terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Cosmogonias: mitos e lendas

Um Dilúvio... nos dias de hoje





Aconteceu tudo num dia muito chuvoso. O Shrek saiu do pântano furioso pois era discriminado pela Humanidade.




Decidiu provocar um dilúvio para exterminar a raça humana.




Houve ventos fortes, chuvas torrenciais, nevoeiro muito intenso e a Terra começou a desabar.




Shrek dança com tranquilidade... Não precisa de construir uma arca para se salvar!!




As criaturas aquáticas conseguem sobreviver, as terráqueas não tiveram a mesma sorte...




Tentaram em vão recolher o máximo número de alimentos e salvar as suas vidas. No entanto, não conseguiram, porque não sabiam nadar e afogaram-se. Mesmo os mais resistentes foram eliminados pelo Shrek.




A dimensão do dilúvio era tão grande que a América ficou submersa.




No outro lado do mundo, Mr. Bean acorda com a chuva e o vento provocado pelo Shrek. Ainda ensonado, Mr. Bean não se apercebe de imediato que tudo se passa num ecrã de televisão. Assustado, vê escolas e lojas destruídas e mesas a boiar...




De repente, um veado escorrega pela chaminé da casa do Mr. Bean e aproxima-se, dando uma lambidela carinhosa na bochecha dele.




Começam os dois a dançar o samba, imitando a dança do Sherek.




(Texto colectivo dos alunos do 7.º D, redigido após a leitura e exploração de excertos sobre o dilúvio, nas aulas de AP)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Concurso Nacional de Leitura


O Paulo Silva, o Vítor Rodrigues (8.º D) e o Tiago Labreca (8.º E) vão representar a nossa escola na Fase Distrital, que decorrerá no dia 31 de Março, pelas 10:00 horas, na Biblioteca Municipal de Palmela.




Neste momento os três alunos encontram-se a ler e a interpretar as obras seleccionadas para esta fase do Concurso Nacional de Leitura - Vento, Areia e Amoras Bravas, de Agustina Bessa-Luís e Casos do Beco das Sardinheiras, de Mário de Carvalho.
Boa sorte!









segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Ler


A palavra ler vem do latim legere , verbo que já existia antes de os romanos saberem o que era ler. Significava esse verbo, primitivamente colher (legere flores: colher flores, por exemplo). Quando os romanos começaram a ler, entenderam que já tinham um verbo para exprimir esse acto de comunicação: legere= colher o sentido daquilo que foi escrito.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar


Eu acho que esta história devia ser lida por todas as pessoas, de qualquer idade. Na verdade, esta história é recomendada para todas as idades e todos os tipos de pessoas, porque nos fala de coragem, amizade, valentia e amor. E o amor é a melhor coisa que existe.
Podemos vir de lugares diferentes, falar línguas diferentes, ter culturas diferentes, hábitos diferentes, mas os nossos corações batem como um só!
Eu acho que todos devíamos ser como o Zorbas, corajosos, valentes e amorosos. Devíamos dar sem esperar nada em troca e entregarmo-nos de corpo e alma, como Zorbas fez com a gaivotinha.
Autor: Paulo Octávio Cunha da Silva (12 anos)

Autor: Luis Sepúlveda

Asa Editores

Porto

ISBN 978-972-41-1848-2


Bem-vindos

Há livros que permitimos que entrem na nossa história pessoal, pelo prazer de ler, para respondermos aos desafios de leitura que nos são propostos, por sugestão de um amigo e, às vezes, por opção dos nossos professores.
Ler é, para nós, leitores e pequenos escritores, um encontro com histórias, personagens, espaços, tempos diferentes, autores de várias nacionalidades.
Achamos que seria interessante que essas leituras fossem do conhecimento de toda a comunidade educativa da nossa escola, razão pela qual criamos este blogue.
Boas leituras!