quarta-feira, 30 de abril de 2008

Cosmogonias: mitos e lendas

Um dilúvio catastrófico

Certo dia, a ministra da educação quis acabar com o Conservatório de Música para construir um hotel de luxo. Alunos e professores começaram a fazer manifestações e desenrolou-se uma luta terrível entre a ministra e os frequentadores do Conservatório.
Dia após dia as manifestações não deram em nada e começaram a agravar-se os conflitos.
Quando decorria uma manifestação, a ministra da educação aparecia e provocava o dilúvio emocional: terramotos, maremotos, furacões, tornados, chuvas torrenciais, ventos fortes. O dilúvio demorou dias a acabar! Com a raiva da ministra foi tudo destruído. Mas os manifestantes deram luta. A ministra teve um esgotamento nervoso e morreu no dilúvio.
Depois foram feitas novas eleições para novo ministro da educação. "Martim Moreira" foi eleito o novo ministro.
Desde aí Portugal foi o país com mais cultura.
Autores: Bernardo Rodrigues, Hugo Pires, Isabel Pialgata, João Luís Tomé, Martim Moreira (7.º F)

Cosmogonias: mitos e lendas

O Dilúvio
Osama Bin Laden era um terrorista que, como não conseguia dominar o mundo, decidiu destruir a Humanidade.
Para conseguir alcançar todos os seus objectivos, elaborou um plano maléfico, que consistia em construir uma bomba-relógio atómica nuclear para todos os oceanos existentes. Contou com a ajuda dos seus seguidores.
No dia do atentado, já as bombas se encontravam no fundo dos oceanos.
Quando passava um minuto das cinco horas da tarde, Bin Laden activou-as e dentro de meia hora explodiriam. O terrorista fez um ultimato perante a imprensa. Todo o mundo decidiu fugir para a Lua, mas a NASA recusou-se a fazê-lo.
As bombas explodiram!!!
Ninguém conseguiu fugir. Os oceanos revoltaram-se e inundaram o mundo inteiro. A vida na Terra acabou nesse dia, até para Bin Laden.
Um autêntico desastre, mas Bin Laden morreu feliz.
O terrorista acordou e viu que tudo não passava de um sonho.
Autores: Helena Santos, Joana Pereirinha, Rafaela Antunes, Rui Manuel, Tatiana Pereira (7.º F)

quinta-feira, 20 de março de 2008

Contos do Mundo


Sementes de Vento - Contos do Mundo, de Tim Bowley, é uma belíssima colectânea de contos.

O seu sabor é único! As histórias são encantadoras e chegam-nos de diferentes partes do mundo: Japão, Índia, Inglaterra, Rússia, Médio Oriente.

Agora, que me anima ser contadora de histórias, confesso que estes Contos do Mundo surpreendem os ouvintes. Mais que isso... são sempre apanhados desprevenidos.

Para quem narra, essa reacção é a desejável, sobretudo quando a plateia de ouvintes é constituída por adolescentes!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Cosmogonias: mitos e lendas

Um Dilúvio... nos dias de hoje





Aconteceu tudo num dia muito chuvoso. O Shrek saiu do pântano furioso pois era discriminado pela Humanidade.




Decidiu provocar um dilúvio para exterminar a raça humana.




Houve ventos fortes, chuvas torrenciais, nevoeiro muito intenso e a Terra começou a desabar.




Shrek dança com tranquilidade... Não precisa de construir uma arca para se salvar!!




As criaturas aquáticas conseguem sobreviver, as terráqueas não tiveram a mesma sorte...




Tentaram em vão recolher o máximo número de alimentos e salvar as suas vidas. No entanto, não conseguiram, porque não sabiam nadar e afogaram-se. Mesmo os mais resistentes foram eliminados pelo Shrek.




A dimensão do dilúvio era tão grande que a América ficou submersa.




No outro lado do mundo, Mr. Bean acorda com a chuva e o vento provocado pelo Shrek. Ainda ensonado, Mr. Bean não se apercebe de imediato que tudo se passa num ecrã de televisão. Assustado, vê escolas e lojas destruídas e mesas a boiar...




De repente, um veado escorrega pela chaminé da casa do Mr. Bean e aproxima-se, dando uma lambidela carinhosa na bochecha dele.




Começam os dois a dançar o samba, imitando a dança do Sherek.




(Texto colectivo dos alunos do 7.º D, redigido após a leitura e exploração de excertos sobre o dilúvio, nas aulas de AP)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Concurso Nacional de Leitura


O Paulo Silva, o Vítor Rodrigues (8.º D) e o Tiago Labreca (8.º E) vão representar a nossa escola na Fase Distrital, que decorrerá no dia 31 de Março, pelas 10:00 horas, na Biblioteca Municipal de Palmela.




Neste momento os três alunos encontram-se a ler e a interpretar as obras seleccionadas para esta fase do Concurso Nacional de Leitura - Vento, Areia e Amoras Bravas, de Agustina Bessa-Luís e Casos do Beco das Sardinheiras, de Mário de Carvalho.
Boa sorte!









segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Ler


A palavra ler vem do latim legere , verbo que já existia antes de os romanos saberem o que era ler. Significava esse verbo, primitivamente colher (legere flores: colher flores, por exemplo). Quando os romanos começaram a ler, entenderam que já tinham um verbo para exprimir esse acto de comunicação: legere= colher o sentido daquilo que foi escrito.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar


Eu acho que esta história devia ser lida por todas as pessoas, de qualquer idade. Na verdade, esta história é recomendada para todas as idades e todos os tipos de pessoas, porque nos fala de coragem, amizade, valentia e amor. E o amor é a melhor coisa que existe.
Podemos vir de lugares diferentes, falar línguas diferentes, ter culturas diferentes, hábitos diferentes, mas os nossos corações batem como um só!
Eu acho que todos devíamos ser como o Zorbas, corajosos, valentes e amorosos. Devíamos dar sem esperar nada em troca e entregarmo-nos de corpo e alma, como Zorbas fez com a gaivotinha.
Autor: Paulo Octávio Cunha da Silva (12 anos)