quinta-feira, 17 de julho de 2008

Concurso Literário



Era uma vez uma maleta violeta…

Era uma vez uma maleta violeta que era usada para guardar as recordações de várias gerações da família Loureiro. Família essa muito rica que teria tido muitos anos de glória e, por isso, muito para contar. Na maleta violeta estavam guardadas fotografias, cartas, diários, livros, jóias que teriam pertencido aos antepassados desta família. Porém, esta mala estava na posse de Margarida.
Margarida era uma jovem mulher, bonita, comunicativa e muito social. Não tinha o mínimo interesse pela sua família ou algo parecido. Mas era ela que guardava a maleta. Guardava-a debaixo da cama e nunca a tinha abrido. Como nunca ligou minimamente à história da sua família, achou melhor devolver a maleta à sua tia Francelina, que era a pessoa mais indicada para ficar com ela.
Num belo dia de Maio, Margarida decidiu viajar até ao Norte para visitar a sua família e entregar a maleta à sua tia. Apanhou o comboio na estação de Lisboa pela manhã e a sua chegada estava prevista para a hora do almoço. Durante a viagem, Margarida apercebeu-se que a mala desaparecera. Mas não ligou muito. Chegou ao Porto e foi para casa da tia onde estava tudo preparado para um grande almoço de família.
Tudo decorria bem durante o almoço quando a tia Francelina perguntou a Margarida pela maleta violeta da família. Margarida respondeu calmamente que a maleta desaparecera durante a viagem de comboio e que também não tinha procurado muito pela mala. Logo se iniciou uma grande discussão à mesa, até que o tio Francisco, marido da irmã da Francelina, decidiu explicar a Margarida toda a história da maleta.
— Durante muitos anos a maleta violeta foi passando de geração em geração, contendo recordações muito valiosas de todas as pessoas que pertenceram à nossa família. Perdendo-a, perdeste toda a nossa história, toda a glória que havíamos alguma vez tido.
Margarida ficou incrédula e triste por ter perdido a maleta, por ter perdido tantas recordações. Decidida, voltou à estação de comboios e foi à bilheteira perguntar pela maleta. Depois de muito insistir e procurar, encontrou-a. Margarida emocionou-se e vieram-lhe as lágrimas aos olhos, não por tristeza, mas por alegria, pois tinha recuperado “toda a sua família”.
Nessa tarde, margarida tomou consciência da importância da família e da sua história. Ficou com a maleta que foi passando para as gerações seguintes.


Autora: Diana Cristina Franco Ferreira (13 anos)
Ano e turma: 8.º E
(1.º Prémio)

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Cosmogonias: mitos e lendas

O dilúvio
Boa noite. Este é o Jornal Nacional e eu sou o Tiago Ramos.
Hoje temos uma notícia de última hora. José Sócrates partiu do nosso país.
José Sócrates , que há dias, lançou uma bomba ao fazer um comunicado em frente à Assembleia da República, morreu. Segundo fontes seguras, José Sócrates e os seus capangas tinham provocado um dilúvio em Portugal. A razão apresentada pelo mesmo tinha sido a maneira como Portugal evoluía. Essas fontes garantiram-nos que Sócrates sempre quis a falência de Portugal. Daí o dilúvio.
Portugal tem sido vítima de várias catástrofes naturais, mas para Sócrates foi sempre pouco. Sabe-se que fez um pacto com o Diabo, que provocou incêndios, tsunamis, terramotos, furacões e chuvas torrenciais. Foram destruídos muitos lares portugueses. Os imigrantes de leste e brasileiros também morreram.
O Diabo mandou cair a noite para sempre, para que o terror e o medo dominassem.
Sócrates usou todos os meios para fugir ao Diabo: lagartos, ciclopes, Íris, Meredes, mas acabou por morrer, deixando muitas riquezas.
Entretanto, o Diabo adquiriu forma humana e até se diz que se vai candidatar à Presidência da República.
O povo Português herda as riquezas de Sócrates e Portugal pode ser reconstruído.
Tudo termina bem, ou não... ninguém sabe.
Desejo-lhe um resto de boa noite.
Autores: Daniel Franco, Filipe Barata, Marco Pinto, Rute Pereira, Tiago Ramos (7.º F)

Cosmogonias: mitos e lendas

Um dilúvio catastrófico

Certo dia, a ministra da educação quis acabar com o Conservatório de Música para construir um hotel de luxo. Alunos e professores começaram a fazer manifestações e desenrolou-se uma luta terrível entre a ministra e os frequentadores do Conservatório.
Dia após dia as manifestações não deram em nada e começaram a agravar-se os conflitos.
Quando decorria uma manifestação, a ministra da educação aparecia e provocava o dilúvio emocional: terramotos, maremotos, furacões, tornados, chuvas torrenciais, ventos fortes. O dilúvio demorou dias a acabar! Com a raiva da ministra foi tudo destruído. Mas os manifestantes deram luta. A ministra teve um esgotamento nervoso e morreu no dilúvio.
Depois foram feitas novas eleições para novo ministro da educação. "Martim Moreira" foi eleito o novo ministro.
Desde aí Portugal foi o país com mais cultura.
Autores: Bernardo Rodrigues, Hugo Pires, Isabel Pialgata, João Luís Tomé, Martim Moreira (7.º F)

Cosmogonias: mitos e lendas

O Dilúvio
Osama Bin Laden era um terrorista que, como não conseguia dominar o mundo, decidiu destruir a Humanidade.
Para conseguir alcançar todos os seus objectivos, elaborou um plano maléfico, que consistia em construir uma bomba-relógio atómica nuclear para todos os oceanos existentes. Contou com a ajuda dos seus seguidores.
No dia do atentado, já as bombas se encontravam no fundo dos oceanos.
Quando passava um minuto das cinco horas da tarde, Bin Laden activou-as e dentro de meia hora explodiriam. O terrorista fez um ultimato perante a imprensa. Todo o mundo decidiu fugir para a Lua, mas a NASA recusou-se a fazê-lo.
As bombas explodiram!!!
Ninguém conseguiu fugir. Os oceanos revoltaram-se e inundaram o mundo inteiro. A vida na Terra acabou nesse dia, até para Bin Laden.
Um autêntico desastre, mas Bin Laden morreu feliz.
O terrorista acordou e viu que tudo não passava de um sonho.
Autores: Helena Santos, Joana Pereirinha, Rafaela Antunes, Rui Manuel, Tatiana Pereira (7.º F)

quinta-feira, 20 de março de 2008

Contos do Mundo


Sementes de Vento - Contos do Mundo, de Tim Bowley, é uma belíssima colectânea de contos.

O seu sabor é único! As histórias são encantadoras e chegam-nos de diferentes partes do mundo: Japão, Índia, Inglaterra, Rússia, Médio Oriente.

Agora, que me anima ser contadora de histórias, confesso que estes Contos do Mundo surpreendem os ouvintes. Mais que isso... são sempre apanhados desprevenidos.

Para quem narra, essa reacção é a desejável, sobretudo quando a plateia de ouvintes é constituída por adolescentes!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Cosmogonias: mitos e lendas

Um Dilúvio... nos dias de hoje





Aconteceu tudo num dia muito chuvoso. O Shrek saiu do pântano furioso pois era discriminado pela Humanidade.




Decidiu provocar um dilúvio para exterminar a raça humana.




Houve ventos fortes, chuvas torrenciais, nevoeiro muito intenso e a Terra começou a desabar.




Shrek dança com tranquilidade... Não precisa de construir uma arca para se salvar!!




As criaturas aquáticas conseguem sobreviver, as terráqueas não tiveram a mesma sorte...




Tentaram em vão recolher o máximo número de alimentos e salvar as suas vidas. No entanto, não conseguiram, porque não sabiam nadar e afogaram-se. Mesmo os mais resistentes foram eliminados pelo Shrek.




A dimensão do dilúvio era tão grande que a América ficou submersa.




No outro lado do mundo, Mr. Bean acorda com a chuva e o vento provocado pelo Shrek. Ainda ensonado, Mr. Bean não se apercebe de imediato que tudo se passa num ecrã de televisão. Assustado, vê escolas e lojas destruídas e mesas a boiar...




De repente, um veado escorrega pela chaminé da casa do Mr. Bean e aproxima-se, dando uma lambidela carinhosa na bochecha dele.




Começam os dois a dançar o samba, imitando a dança do Sherek.




(Texto colectivo dos alunos do 7.º D, redigido após a leitura e exploração de excertos sobre o dilúvio, nas aulas de AP)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Concurso Nacional de Leitura


O Paulo Silva, o Vítor Rodrigues (8.º D) e o Tiago Labreca (8.º E) vão representar a nossa escola na Fase Distrital, que decorrerá no dia 31 de Março, pelas 10:00 horas, na Biblioteca Municipal de Palmela.




Neste momento os três alunos encontram-se a ler e a interpretar as obras seleccionadas para esta fase do Concurso Nacional de Leitura - Vento, Areia e Amoras Bravas, de Agustina Bessa-Luís e Casos do Beco das Sardinheiras, de Mário de Carvalho.
Boa sorte!