quinta-feira, 17 de julho de 2008

Livros Viajantes



Chocolate

de Joanne Harris

Editor: Asa

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Requisitante: Joana Rita Rebelo Cardoso (10 anos)

Joana, estas férias não abuses do Chocolate!

Livros viajantes

Comer - Tudo o que Precisas de Saber...
de Anita Naik
Editor: Gradiva Júnior
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Requisitante: Sara Barrinha (11 anos)
Sara, depois conta-nos tudo!!!

"Leitura e Fantasia" - Clube de Leitura


A Aldeia das Flores

de António Mota

Editor: Edições Gailivro




Esta história fala-nos de uma aldeia que tinha um rio com águas muito claras e correntes.

Um dia foi para lá uma fábrica, que começou a poluir as águas do rio. As crianças, que gostavam muito dos peixes do rio, manifestaram-se. Foram ter com o Presidente da Câmara!


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O momento de que mais gostei nesta história foi a parte em que os meninos foram falar com o senhor Presidente da Câmara.

Gostei muito deste livro, porque fala-nos da poluição dos rios; do ambiente.


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Leitor: João Afonso Félix Tomé de Almeida (10 anos)

5.º B


"Leitura e Fantasia" - Clube de Leitura


Astérix - O Pesadelo de Obélix


de Albert René


Editor: Edições Asa
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Esta história fala de um território, chamado Gália, que está ocupado pelos romanos... Todo? Não! Uma aldeia povoada por gauleses resite ao invasor.
Obélix é o amigo inseparável de Astérix. . Obélix é o carregador de menires, grande apreciador de javalis.
Astérix é o herói desta aventura.
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O momento da história de que mais gostei foi quando os romanos ensaiam uma grande parada e os gauleses atacam os romanos.
Este livro é fantástico e interessante.
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Leitor: Rafael Pereira Saragoça (10 anos)
5.º F


"Leitura e Fantasia" - Clube de Leitura



O Rapaz de Bronze

de Sophia de Mello Breyner Andresen

Editor: Figueirinhas


Esta história fala do Gladíolo que uma vez viu uma festa de humanos. E o Gladíolo foi falar com o Rapaz de Bronze (o rei das flores) para organizar uma festa.
Nesta festa apareceram vários tipos de flores: tulipas, cravos, nardos, muguetas, orquídeas, begónias e rosas. O Rapaz de Bronze estava presente e a sua amiga Florinda também.
Florinda contou às suas amigas sobre a festa das flores, mas elas não acreditaram.
Passado quinze longos anos, a sua mãe mandou-a ir fazer um recado. Florinda encontrou-se com o rapaz de bronze, do qual já se tinha esquecido.
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Opinião da leitora:
O momento de que eu mais gostei na história foi da festa das flores, na qual as flores dançaram, cantaram e conversaram.
Na minha opinião, a história é bonita e diz que nós devemos acreditar no que vemos.
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Maria Beatriz Mendes Capitão (10 anos)
5.º F

Concurso Literário



Era uma vez uma maleta violeta…

Era uma vez uma maleta violeta que era usada para guardar as recordações de várias gerações da família Loureiro. Família essa muito rica que teria tido muitos anos de glória e, por isso, muito para contar. Na maleta violeta estavam guardadas fotografias, cartas, diários, livros, jóias que teriam pertencido aos antepassados desta família. Porém, esta mala estava na posse de Margarida.
Margarida era uma jovem mulher, bonita, comunicativa e muito social. Não tinha o mínimo interesse pela sua família ou algo parecido. Mas era ela que guardava a maleta. Guardava-a debaixo da cama e nunca a tinha abrido. Como nunca ligou minimamente à história da sua família, achou melhor devolver a maleta à sua tia Francelina, que era a pessoa mais indicada para ficar com ela.
Num belo dia de Maio, Margarida decidiu viajar até ao Norte para visitar a sua família e entregar a maleta à sua tia. Apanhou o comboio na estação de Lisboa pela manhã e a sua chegada estava prevista para a hora do almoço. Durante a viagem, Margarida apercebeu-se que a mala desaparecera. Mas não ligou muito. Chegou ao Porto e foi para casa da tia onde estava tudo preparado para um grande almoço de família.
Tudo decorria bem durante o almoço quando a tia Francelina perguntou a Margarida pela maleta violeta da família. Margarida respondeu calmamente que a maleta desaparecera durante a viagem de comboio e que também não tinha procurado muito pela mala. Logo se iniciou uma grande discussão à mesa, até que o tio Francisco, marido da irmã da Francelina, decidiu explicar a Margarida toda a história da maleta.
— Durante muitos anos a maleta violeta foi passando de geração em geração, contendo recordações muito valiosas de todas as pessoas que pertenceram à nossa família. Perdendo-a, perdeste toda a nossa história, toda a glória que havíamos alguma vez tido.
Margarida ficou incrédula e triste por ter perdido a maleta, por ter perdido tantas recordações. Decidida, voltou à estação de comboios e foi à bilheteira perguntar pela maleta. Depois de muito insistir e procurar, encontrou-a. Margarida emocionou-se e vieram-lhe as lágrimas aos olhos, não por tristeza, mas por alegria, pois tinha recuperado “toda a sua família”.
Nessa tarde, margarida tomou consciência da importância da família e da sua história. Ficou com a maleta que foi passando para as gerações seguintes.


Autora: Diana Cristina Franco Ferreira (13 anos)
Ano e turma: 8.º E
(1.º Prémio)

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Cosmogonias: mitos e lendas

O dilúvio
Boa noite. Este é o Jornal Nacional e eu sou o Tiago Ramos.
Hoje temos uma notícia de última hora. José Sócrates partiu do nosso país.
José Sócrates , que há dias, lançou uma bomba ao fazer um comunicado em frente à Assembleia da República, morreu. Segundo fontes seguras, José Sócrates e os seus capangas tinham provocado um dilúvio em Portugal. A razão apresentada pelo mesmo tinha sido a maneira como Portugal evoluía. Essas fontes garantiram-nos que Sócrates sempre quis a falência de Portugal. Daí o dilúvio.
Portugal tem sido vítima de várias catástrofes naturais, mas para Sócrates foi sempre pouco. Sabe-se que fez um pacto com o Diabo, que provocou incêndios, tsunamis, terramotos, furacões e chuvas torrenciais. Foram destruídos muitos lares portugueses. Os imigrantes de leste e brasileiros também morreram.
O Diabo mandou cair a noite para sempre, para que o terror e o medo dominassem.
Sócrates usou todos os meios para fugir ao Diabo: lagartos, ciclopes, Íris, Meredes, mas acabou por morrer, deixando muitas riquezas.
Entretanto, o Diabo adquiriu forma humana e até se diz que se vai candidatar à Presidência da República.
O povo Português herda as riquezas de Sócrates e Portugal pode ser reconstruído.
Tudo termina bem, ou não... ninguém sabe.
Desejo-lhe um resto de boa noite.
Autores: Daniel Franco, Filipe Barata, Marco Pinto, Rute Pereira, Tiago Ramos (7.º F)