É já amanhã que vamos poder usufruir do espaço ampliado da Biblioteca Escolar D. Manuel. Depois de estarmos na tenda militar, no Polivalente, desde Janeiro, vamos reabrir o espaço que parece outro. Os nossos alunos e os professores ansiavam por este momento. Amanhã, à tarde, depois das 17 horas, haverá um programa de reabertura, com vários convidados e actividades de animação que se prolongam até à noite (com a Noite de Astronomia).
segunda-feira, 24 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Valentim, o novo vampiro... ou nem por isso

Álvaro Magalhães também escreve sobre vampiros. O Valentim é um vampiro engraçado, as ilustrações de Carlos Campos têm muita qualidade e muita ironia. Este Diário acompanha as rotinas desta família de vampiros que vive escondida em Vivalma, um sótão da velha casa de campo dos Perestrelo. São perseguidos pelo Adolfo-Mil-Homens, caçador de vampiros. Já saíram dois livrinhos desta colecção que agora se iniciou...
domingo, 25 de abril de 2010
Vamos ler a Carochinha, este período?

Todos os anos propomos a leitura de um texto tradicional português. Este ano a Carochinha está na berlinda. Nas várias versões, porque essas diferenças é que tornam a sua história tão rica. Em prosa, em verso, ilustrada, cantada...é uma questão de investigarmos o que há. O que simboliza esta carochinha? Por que escolheu um rato para marido? Por que não teve sorte com ele?
Foi castigo?
Dia do autor e do livro
Decorreu no dia 23 de Abril, de manhã, a leitura de poesia nas ruas de Alcochete, com dezenas de alunos a declamarem poemas de diferentes autores portugueses. Do 1º ciclo, ao 3º ciclo, os alunos e professores deram voz à literatura e cultura portuguesas. Foram escolhidos autores de diferentes séculos, apesar da temática dos valores da cidadania estar mais presente na poesia do século XX. São experiências que os nossos alunos não esquecem!!
Concurso de leitura 2010, a nível distrital

O Concurso de Leitura, a nível distrital, decorreu na Biblioteca Municipal de Sesimbra, no dia 19 de Abril, à tarde. Entre 45 concorrentes do 3º ciclo, na 1ª volta, uma das concorrentes que levámos ficou em 1º lugar, entre as 6 melhores do distrito. Na última pergunta - este ano a prova foi oral - a aluna deu a sua opinião, sobre a obra que lhe saiu. Não foi seleccionada, apesar de não concordarmos com o critério de avaliação da resposta que a deixou de fora. Damos os parabéns às 3 concorrentes que tão bem representaram o nosso Agrupamento. No próximo ano lá estaremos! Obrigada a todos!
quarta-feira, 31 de março de 2010
80 anos de vida e tantos, tantos de escrita...

Falamos, é claro, de Maria Alberta Menéres. Da sua poesia para a infância e não só, dos livros de aventuras, das adaptações de obras clássicas, de contos infantis. Devemos falar de algumas pessoas que são especiais, que espalham nas nossas vidas caminhos de sonho e de esperança. Caminhos que só quem escreve com o coração e com a imaginação consegue trilhar.... de braço dado com a ilustração. Obrigada, Maria Alberta Menéres!
Biografia:
Nasceu em Vila Nova de Gaia em 1930. Formou-se em Ciências Histórico-Filosóficas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professora do Ensino Técnico, Preparatório e Secundário (1965-1973).Trabalhou na RTP como directora do Departamento de programas Infantis e Juvenis entre 1975 e 1986. Dedicou-se à poesia e à tradução e tem colaborado com artigos de opinião em vários jornais e revistas.A par da sua actividade poética, desenvolve um importante trabalho pedagógico no âmbito da educação literária infantil, publicando vários livros para infância e juventude incluindo poesia, contos, teatro, novelas e adaptação de clássicos. A sua obra para a infância, que conta no total mais de 70 títulos, é caracterizada pelo humor e pela poesia. Ganhou importantes prémios literários, como o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças, em 1986. (adaptado de http://www.spautores.pt/PageMembros.aspx?UserCod=0&UserID=669)
Divirtam-se:
Três cabaças de melaço
soca soca espadanaço
repolhudo formigueiro
toma toma pilriteiro
se por mim aqui voltares
vem por terra vem por mares
chuta chuta a bola aos pés
carripanas canapés
três cabaças de melaço
soca soca espadanaço
ora abales ora fiques
faz de conta tremeliques ( in Um Peixe no ar)
soca soca espadanaço
repolhudo formigueiro
toma toma pilriteiro
se por mim aqui voltares
vem por terra vem por mares
chuta chuta a bola aos pés
carripanas canapés
três cabaças de melaço
soca soca espadanaço
ora abales ora fiques
faz de conta tremeliques ( in Um Peixe no ar)
segunda-feira, 15 de março de 2010
Machado dos Santos, O Herói da Rotunda

Na nossa biblioteca, temos um livrinho que José Jorge Letria escreveu sobre a vida deste herói republicano. Quem foi Machado dos Santos? António Maria de Azevedo Machado Santos (Lisboa, 10 de Janeiro de 1875 — Lisboa, 19 de Outubro de 1921), mais conhecido por Machado Santos, foi um militar e político português, considerado o fundador da República Portuguesa pela forma com que se bateu na Revolução de 5 de Outubro de 1910 e depois na defesa do regime contra a intentona monárquica de 22 a 24 de Janeiro de 1919, em Monsanto.
Ainda durante a Monarquia já se tinha iniciado na Carbonária, afirmando-se como um conspirador inveterado, presente em todos os movimentos revolucionários que precederam a queda do regime, distinguindio-se na Revolta de 28 de Janeiro de 1908.
Jovem e de aspecto romântico, exercendo um importante papel de coordenação operacional do movimento revolucionário de 5 de Outubro de 1910, acabou catapultado pela imprensa para o papel de herói da Rotunda e pai da República. A sua incontestável heroicidade, principalmente quando organizou e manteve, perante o aparente fracasso da revolução, a resistência no alto da AAinda durante a Monarquia já se tinha iniciado na Carbonária, afirmando-se como um conspirador inveterado, presente em todos os movimentos revolucionários que precederam a queda do regime, distinguindio-se na Revolta de 28 de Janeiro de 1908.
Jovem e de aspecto romântico, exercendo um importante papel de coordenação operacional do movimento revolucionário de 5 de Outubro de 1910, acabou catapultado pela imprensa para o papel de herói da Rotunda e pai da República. A sua incontestável heroicidade, principalmente quando organizou e manteve, perante o aparente fracasso da revolução, a resistência no alto da AveAinda durante a Monarquia já se tinha iniciado na Carbonária, afirmando-se como um conspirador inveterado, presente em todos os movimentos revolucionários que precederam a queda do regime, distinguindio-se na Revolta de 28 de Janeiro de 1908.
Ainda durante a Monarquia já se tinha iniciado na Carbonária, afirmando-se como um conspirador inveterado, presente em todos os movimentos revolucionários que precederam a queda do regime, distinguindio-se na Revolta de 28 de Janeiro de 1908.
Jovem e de aspecto romântico, exercendo um importante papel de coordenação operacional do movimento revolucionário de 5 de Outubro de 1910, acabou catapultado pela imprensa para o papel de herói da Rotunda e pai da República. A sua incontestável heroicidade, principalmente quando organizou e manteve, perante o aparente fracasso da revolução, a resistência no alto da AAinda durante a Monarquia já se tinha iniciado na Carbonária, afirmando-se como um conspirador inveterado, presente em todos os movimentos revolucionários que precederam a queda do regime, distinguindio-se na Revolta de 28 de Janeiro de 1908.
Jovem e de aspecto romântico, exercendo um importante papel de coordenação operacional do movimento revolucionário de 5 de Outubro de 1910, acabou catapultado pela imprensa para o papel de herói da Rotunda e pai da República. A sua incontestável heroicidade, principalmente quando organizou e manteve, perante o aparente fracasso da revolução, a resistência no alto da AveAinda durante a Monarquia já se tinha iniciado na Carbonária, afirmando-se como um conspirador inveterado, presente em todos os movimentos revolucionários que precederam a queda do regime, distinguindio-se na Revolta de 28 de Janeiro de 1908.
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